quarta-feira, 22 de abril de 2015




                            PSICOMOTRICIDADE  RELACIONAL


A psicomotricidade Relacional, criada da década de 60 pelos  professores André Lapierre e Anne Lapierre,  defendiam  uma prática educativa  que atuasse  sobre os fatores psico- efetivos relacionais adquiridos na infância. Esses fatores influenciam  na adaptação ou não no cotidiano e no convívio social. De acordo com este pensamento, corpo a aprendizagem caminham juntos.


Segundo Leopoldo Vieira, "É por meio do corpo que o indivíduo entra em contato com o conhecimento. Do nascimento à idade adulta o corpo registra experiências, automatiza e domina movimentos, amplia sua capacidade de ação e produz padrões culturais de comportamentos"

A mente humana vivencia e seleciona informações de acordo  as experiencias boas ruins. As memórias são formadas por conexões temporárias, ou permanentes, entre neurônios. O neurônios para processar as informações e as distingue as recordações úteis das inúteis.

Com a advento da internet a  relação pisco-social afetiva tem sofrido transformações muito importantes. As pessoas tem milhares de amigos virtuais e tem dificuldade de criar laços sociais concretos. O turbilhão de informações muitas vezes com se repercute em aprendizagem por pulam o processo de seleção de informações. O corpo e a mente são entidades opostas. Enquanto o mundo virtual aparentemente satisfaz as necessidades individuais. É uma realidade idealizada não concreta; palpável; vivida.
Entre o real e o virtual  a capacidade de discernimento passa a ser o que a o que a internet traz de informações. Algumas pessoas não refletem sobre as  várias informações informações a internet proporciona. Os conceitos de integridades moral podem ser deturpados se não se tem na base educativa vivências concretas de aprendizagem na vivências de resolução de conflitos pessoais e na relação com a pessoas.

A psicomotricidade relacional  serve para  que desde cedo as pessoas conheçam as particularidades pessoais e sociais.  Isso é proporcionado com atividades e formas lúdicas no brincar com jogos coletivos, brincadeiras de representação, no conhecimento de suas capacidades e limites no convívio cotidiano. 

Eu me conheço a princípio quando conheço o meu próprio corpo. O que eu posso fazer com o meu corpo? Como posso utilizar o meu como para ir ao encontro do outro? 
A outra forma que se conhecer é por meio do desenvolvimento da forma de perceber o mundo que me cerca. Que valores a minha família me transmitiu?  O que é a minha posição individual sobre os valores que selecionais para a minha vida?

O processo cognitivo de processamento e seleção das informações dura a vida inteira. o que importa é descobrirmos a nossa própria identidade. Cabe a família os educadores e a sociedade propiciem condições que sirvam de base para que as crianças tenham sua autenticidade integrada a visão  histórica -cultural.




                                              A INFLUÊNCIA DE INTERNET













                                    









                                   














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